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Reflexões sobre a linha egípcia - M.U.

30 de jul.
3 min de leitura

Vi um vídeo que me fez refletir muita coisa sobre a linha egípcia.

É relatado que os europeus tendem a separar o Egito do restante da África em suas percepções. Como bem sabemos o Egito é o berço da humanidade, é um país com alto desenvolvimento em diversas áreas na história, berço de grandes sabedorias, conhecimentos científicos e matemáticos, espirituais, cultura, desenvolvimento, histórias de realeza e riquezas. Ainda hoje o Egito se destaca mundialmente pelo seu legado e impacto ao longo da história.

Expandindo nossa reflexão, também é muito comum ouvir pessoas falando das magias africanas como potentes e quase que inimagináveis de tanto que ultrapassam a barreira do acreditável. Quando se fala em magias africanas logo se vem a mente coisas praticamente impossíveis de se explicar, que mesmo que se tente achar razões lógicas e materiais, ainda se faz difícil poder sustentar argumentos que desmistifiquem essas religiões.

Pensando esses tópicos, direciono minha admiração e espanto com a linha egípcia do sistema da Magia Universal. Ao adentrar nesse pilar confesso que tive certas dificuldades para pegar o jeito e aprender a trabalhar com ele, mas ao finalmente entender pude experienciar algumas das magias mais potentes que já realizei. A linha além de ser capaz de trazer grandes ensinamentos e sabedorias de vida, consegue trazer um potencial de conexão com as divindades e seus mistérios, realizações rápidas e impressionantes e um desenvolvimento muito interessante. Quando realizei o Grau de Bastet me senti completamente envolvida por sua vibração, tive inúmeros insights e experiências espirituais viradas para essa linha.

A pouco ouvi um relato de outra pessoa que realizou o Grau de Bastet. O mesmo havia pedido algo em sua magia. Pediu que envolvesse sua ancestralidade e árvore genealógica para que ele pudesse ter mais conhecimento sobre sua família, pouco depois, enquanto estava na rua de noite, uma mulher o abordou pois sentia que o conhecia de algum lugar, conversa vai, conversa vem, e ele descobre que aquela era sua prima que havia sido afastada dele a anos por conta de preconceitos da família pela religiosidade e sexualidade dessa prima. Quando ele me contou esse relato ele estava também impressionado com o que havia acontecido.

Quando penso na magia egípcia portanto, penso que ela sustenta muito mais do que somente potenciais de realização, mas também uma carga cultural que acaba por potencializá-la muito mais. Falar desse pilar é falar também de um povo com conhecimentos incríveis e que poucos seriam capazes de decifrar e agregar. Considerando tudo isso, parabenizo e me impressiono com a capacidade do mago fundador da Magia Universal - M.U., Bruno Denis, pois além de ter conseguido absorver conhecimentos antigos dessa espiritualidade, conseguiu também fundamentar um pilar dentro de sua egrégora que consegue fundamentar novos meios de trabalhar com essa magia, fundamentando um sistema que possui diversas realizações na vida de diferentes pessoas de maneira que somente um líder poderia realizar.

Com isso, finalizo este ensaio com um grande agradecimento ao meu grande amigo e líder Bruno pois seus ensinamentos são capazes de mudar vidas, realidades e caminhos. Sei que você odeia ser visto como chefe, mas com a maneira como você consegue reger esse tabuleiro que é a vida, chega a ser desdém não o ver como uma figura de autoridade e comando, por isso lhe digo novamente como muitas vezes já o disse em nossas conversas… obrigada “chefia”.

 
 
 

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